
Inúmeros atores sociais participam desse processo de reorganização socioambiental para que os interesses pertinentes a cada localidade sejam discutidos e viabilizados de maneira consciente para o viés da sustentabilidade.
O direito ao meio ambiente sadio é uma questão de cidadania e é o centro de disputa de poder neste século. Perante as questões ambientais, só há duas possibilidades: ação-omissão que revela o lado depreciativo de se tratar o meio e a ação participativa vinculada ao desenvolvimento e a qualidade de vida.
“Todos tem direito ao meu ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo [ ...], impondo-se ao poder público e a coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes gerações futuras ( CONSTITUIÇÃO, 1988).”
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