sábado, 14 de maio de 2011

O pensamento crítico estimula e propicia uma visão mais abrangente do mundo e as questões que movimentam e configuram o desenvolvimento do mesmo.
A criticidade volta-se para a formação de seres conscientes de sua realidade tanto local, como global fomentando a capacidade do pensar certo.

Mafalda curiosamente se estarrece ...





A cena declara como os olhos de uma menina muito ambivalente no sentido de vivência, se encontra mediante ao caos de uma sociedade moderna. Quando me refiro ao termo “ambivalente”, vale à pena ressaltar, que Mafalda era dotada de um senso crítico muito a frente de sua idade. Ou seja, a sua faixa etária, lhe permitia uma aparência competente para tal concomitante a uma Inteligência incomum a sua idade.
O planeta enfrenta as crises desenvolvimentistas a todo o momento.
Quando falamos em Sustentabilidade, muitos a entendem de forma errônea. Como assim? Para atender a demanda do crescimento da população mundial, o planeta precisa se desenvolver nos diversos campos.

segunda-feira, 28 de março de 2011

DIAGNÓSTICOS E PROFILAXIAS (MEDIDAS PREVENTIVAS) São as formas de obter o conhecimento dos problemas socioambientais


Inúmeros atores sociais participam desse processo de reorganização socioambiental para que os interesses pertinentes a cada localidade sejam discutidos e viabilizados de maneira consciente para o viés da sustentabilidade.
O direito ao meio ambiente sadio é uma questão de cidadania e é o centro de disputa de poder neste século. Perante as questões ambientais, só há duas possibilidades: ação-omissão que revela o lado depreciativo de se tratar o meio e a ação participativa vinculada ao desenvolvimento e a qualidade de vida.
“Todos tem direito ao meu ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo [ ...], impondo-se ao poder público e a coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes gerações futuras ( CONSTITUIÇÃO, 1988).”

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

domingo, 21 de fevereiro de 2010

ALGUMAS FOTOS DO MACIÇO DA TIJUCA








Maciço da Tijuca


Aproximadamente, em 1760, a Floresta da tijuca sofreu devastação de sua vegetação primitiva em detrimento ao ciclo do café que também teve sua proeminência no local. Posteriormente, com o declínio do ciclo cafeeiro, a área em questão foi valorizada para a obtenção de água (em mananciais) para o abastecimento da cidade do Rio de Janeiro.
Devastada e degradada por conta da implantação do ciclo cafeeiro, a floresta voltou ao seu ápice estrutural a partir do reflorestamento propiciado pelo Major Archer classificando-a como floresta secundária tardia. É claro que é válido ressaltar a existência de várias espécies vegetais primitivas na área. Entre elas, podemos destacar: o cedro, ipê, palmito, caeté, entre outros. Dentre as espécies que foram introduzidas no processo de reflorestamento, temos: mangueiras, bambus, jambeiros, etc..
Em termos de fauna, o maciço abriga animais e insetos de inúmeras espécies. Grupos de gambá, sagüi, macaco-prego, iguana, jararaca, podem ser mensurados. Muitas espécies se escondem dos visitantes ou tem hábitos noturnos.
Em termos pedogenéticos os solos possuem, acima, uma camada de serrapilheira que impede algumas erosões hídricas, como o run-off e a erosão por splash. Enfatizando que a camada referida, impede o impacto direto da chuva no solo. A vegetação arbórea é bem estratificada o que dificulta a entrada de água e luz no ecossistema local.
Um problema associado à esfera antropogênica são as trilhas existentes no interior da floresta e que são utilizadas pelos visitantes. Ao caminharem por essas trilhas, o solo fica compactado. O fluxo superficial da área, especificamente nas trilhas, é acelerado causando, muita das vezes o carregamento do solo e provocando buracos no mesmo.

Selo Verde para empresas de ônibus - 05/11/2009


As empresas de ônibus com sede e garagens em Duque de Caxias vão ser obrigadas a se adequarem às normas ambientais para ter direito ao Selo Verde em seus veículos. A certificação será feita pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA), com aval Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento do município, parceira do órgão estadual na gestão ambiental que visa à redução da emissão de gases poluentes pelos coletivos das dez empresas da cidade.


PROFILAXIA, TROCA DE PARCERIA ENTRE SETOR PRIVADO E PÚBLICO OU SERÁ BOA INTENÇÃO?